Phisis
Em mais uma noite perdida pela net, ouço a magnífica teoria que travestis são melhores que as mulheres, não desmerecendo os travestis, mas deixando claro o motivo do meu espanto, quem me falou isso, deixou claro que n curte o lado menino dos travecos, gosta deles pois eles realmente gostam de transar e não estão interessando em dinheiro ou outras coisas que n sejam o sexo, como as mulheres, ele ainda piora a situação, além de dizer que nós mulheres usamos sexo como moeda de troca, diz q as mulheres não gostam de sexo.
" Mulheres não gostam de pau, gostam do que os homens trocam por sexo, já os travestis fazem por gostarem de sexo e gostarem de pau..."
Realmente, cada vez mais percebo que os homens perdem seu charme, concordo que as mulheres também acompanham nessa perda de glamour, talvez essa perda da magia aliada a liberdade, seja uma boa explicaçao perda de interesse em relaçoes heteros, aparentemente a mais respeito em relaçoes homo.
A liberdade não é culpada pela perda do charme e pelo aumento da falta de respeito entre as partes, os homossexuais são muito mais liberais, mas ainda assim mantém o respeito pelos seus parceiros.
O texto começa com um assunto e desvia para outro, mas acho que a falta de respeito estar na mentalidade que ainda esta atrasada em relaçao a liberdade, como uma cidade que cresce rapido demais, sem planejamento, acaba gerando um crescimento desordenado, o mesmo se aplica nesse caso ao meu ver,ganhamos liberdade mas a mentalidade não acompanhou e continuamos a julgar o sexo oposto sem questionar e analisar todos os angulos.
Mas isso nd tem a ver com travecos....
Deve ser pela hora...
Meu deus as o4:43 da manha ta passando festival de desenho na globo, vou dormir...
Phisis
Inspirada na época do ano e em um nick, resolvi fazer um post dedicado ao mar, que com toda a sua beleza e violência serve de musa para várias pessoas.

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
(Fernando Pessoa)

É doce morrer no mar

Nas ondas verdes do mar
Saveiro partiu
de noite foi
Madrugada não voltou
O marinheiro bonito
sereia do mar levou
É doce morrer no mar

Nas ondas verdes do mar
Nas ondas verdes do mar meu bem

Ele se foi afogar
Fez sua cama de novo no colo de Iemanjá
É doce morrer no mar
Nas ondas verdes do mar meu bem

É doce morrer no mar
(Dorival Caymmi)

Rainha do mar
Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do mar

O canto vinha de longe
De la do meio do mar
Não era canto de gente
Bonito de admirar

O corpo todo estremece
Muda cor do céu do luar

Um dia ela ainda aparece
É a rainha do mar

Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do mar
Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do mar

Quem ouve desde menino
Aprende a acreditar
Que o vento sopra o destino
Pelos caminhos do mar

O pescador que conhece
as historias do lugar
morre de medo e vontade
de encontrar

Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do mar
Yemanja Odoiá Odoiá
(Dorival Caymmi)

Depois eu continuo...estou com sono
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Phisis
Quem sou eu para falar de amor
Se o amor me consumiu até a espinha
Dos meus beijos que falar
Dos desejos de queimar
E dos beijos que apagaram os desejos que eu tinha

Quem sou eu para falar de amor
Se de tanto me entregar nunca fui minha
O amor jamais foi meu
O amor me conheceu
Se esfregou na minha vida
E me deixou assim

Homens, eu nem fiz a soma
De quantos rolaram no meu camarim
Bocas chegavam a Roma passando por mim
Ela de braços abertos
Fazendo promessas
Meus deuses, enfim!
Eles gozando depressa
E cheirando a gim
Eles querendo na hora
Por dentro, por fora
Por cima e por trás
Juro por Deus, de pés juntos
Que nunca mais

Tango de Nancy

(Edu Lobo - Chico Buarque/1985)

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Phisis
Kátia Flávia
É uma louraça Belzebu
Provocante
Uma louraça Lucifer
Gostosona
Uma louraça Satanás
Gostosona e provocante
Que só usa calcinhas comestíveis e calcinhas bélicas
Dessas com armamentos bordados
Calcinha de morango
Calcinha geladinha
Calcinha de rendinha
Ex-miss Febem
Encarnação do mundo cão
Casada com um figurão contravenção
Ficou famosa por andar num cavalo branco
Pelas noites suburbanas
Toda nua, toda nua
Toda nua, toda nua
Matou o figurão
Foi pra Copacabana
Rubou uma joaninha
E pelo rádio da polícia ela manda o seu recado
Pelo rádio da polícia ela manda o seu recado
Get out, get get out!
Pelo rádio, pelo rádio, pelo rádio, pelo rádio
Pelo rádio da polícia ela manda o seu recado
Alô polícia
Eu tô usando
Um Exocet
Calcinha!
Um Exocet
Calcinha!
Meu nome é Kátia Flávia
Godiva do Irajá
Me escondi aqui em Copa
Alô, alô
Polícia Polícia pode vir
Polícia Belford Roxo, de Duque de Caxias
Polícia Madureira, polícia DeodoroSão Cristóvão, Bonsucesso, da Benfica
Da Pavuna, da Tijuca, de Quintino, do Catete, Grajaú
Polícia do Flamengo, polícia Botafogo
Da Barra da Tijuca
Polícia, polícia, polícia
Polícia pode vir
Porque
Meu nome é Kátia Flávia
Godiva do Irajá
Me escondi aqui em Copa
Kátia Flávia
É uma louraça Belzebu
Provocante
Uma louraça Lucifer
Gostosona
Uma louraça Satanás
Gostosona e provocante
Que só usa calcinhas comestíveis e calcinhas bélicas
Louraça Belzebu
Calcinha antiaárea Louraça Lucifer
Calcinha framboesaLouraça Satanás
Calcinha de morangoLouraça Belzebu
Calcinha
Exocet
Alô polícia
Eu tô usando
Um Exocet
Calcinha!
Um Exocet
Calcinha!
Kátia Flávia, A Godiva De Irajá
(Carlos Laufer/fausto Fawcett
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Phisis

Emmanuel Kant

A Crítica do Juízo

Desse modo, a filosofia de Kant nos surge como uma filosofia essencialmente trágica, já que afirma simultaneamente a necessidade da natureza (na Crítica da Razão Pura) e a exigência de uma liberdade absoluta (na Crítica da Razão Prática).

Em sua terceira grande obra, A Crítica do Juízo, Kant se esforça por mostrar a possibilidade de uma reconciliação entre o mundo natural e o da liberdade. A natureza não seja talvez não seja apenas o domínio do determinismo, mas também o da finalidade que aparece notadamente na organização harmoniosa dos seres vivos. Todavia, se o princípio de causalidade (determinismo) é constitutivo da experiência (não posso dispensá-lo para explicar a natureza), o princípio de finalidade permanece facultativo, puramente regulador (posso interpretar o agrupamento de certas condições como a manifestação de um fim). Tudo se passa como se o pássaro fosse feito para voar, mas uma coisa apenas é certa: o pássaro voa porque é constituído de tal maneira.

Os valores de beleza, presentes na obra de arte, igualmente nos oferecem uma espécie de reconciliação entre a razão e a imaginação, já que, na contemplação estética, a bela aparência que admiramos parece inteiramente penetrada dos valores do espírito. Finalidade sem fim (isto é, harmonia pura, fora de todo móvel exterior à obra de arte), a beleza oferece à nossa imaginação a oportunidade de uma satisfação inteiramente desinteressada. Ela é, no mundo kantiano, o exemplo único de uma satisfação ao mesmo tempo sensível e pura de todo egoísmo, o momento privilegiado em que uma emoção, longe de manifestar meu egoísmo dominador, dele me liberta e, como se diz muito bem, me "arrebata".

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Phisis
Balança a sua saia
Na beira do mar
Essa noite, porém
Preciso do seu vai e vem
Na beira da minha cama
(...)
Phisis
rei do sistema
nos faz queimar
aos teus raios
na terra lançar
rapidamente nos faz corar
como se algo nos fizesse envergonhar
com o cair da tarde
nos faz contemplar
sua colorida morte
ao mar encontrar

Anna Levy

Até você chegar
não pensava em pensar
na hipótese de um dia te gostar
teus olhos penetraram o meu olhar
teu sorriso me fez delirar
tua boca ao me acarinhar
fez minha cabeça girar
pensando em um dia te amar

Anna Levy
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Phisis
Sinto-me como uma criança de quarta-série, em sua primeira aula, de volta das férias e a professora pede aquela redação de tema “férias”, ai o aluninho vai la e escreve sobre aquelas duas semanas que passou na casa da avó.

Então vamos a minha redação, tudo começou com um convite, quer ir votar comigo?, na minha santa inocência respondi prontamente, sim, e ai começava a jornada a região mais próxima do sol: Bangu!

“10 horas no norte shopping, a viagem é longa e não quero demorar”, caceta, ele ta louco, ta querendo roubar meu sono, de novo, mas tudo bem, acordo, levanto, me arrasto pelas paredes até o chuveiro, humm água quentinha, dou uma cochilada, sim sim o planeta que se dane, do nada o celular toca, merda!,quem poderia ser a essa hora, tão cedo em pleno domingo, quando vejo quem é, já atendo revoltada, se ele desmarcar de novo vou chuta-lo, dessa vez vou ficar chateada para sempre, mas ele fez pior, só disse que chegaria atrasado, me fez acordar cedo a toa, deveria chuta-lo do mesmo jeito.

Quando fui me arrumar, percebi que a casa já estava acordada, então meu plano de me arrumar em paz e sair sem ser notada, já havia sumido, não seria tão ruim assim, eu precisava de dinheiro trocado, então depois de me arrumar, corri atrás da minha mãe para choramingar por dinheiro trocado, peguei o dinheiro e fui-me.

Encontro no norte shopping, ele já esta ligando, será que ele não se acostuma com os meus pequenos atrasos, aparentemente não, falo que estou a caminho e mesmo que não estivesse diria que estou e ele sabe disso, então não compreendo o porque ele ainda liga, cheguei, ele me analisa toda, ele havia mandando que eu fosse bem mocinha, comportadinha e delicada, ele aprovou a roupa, mas não gostou dos brincos e ainda disse que já tinha visto, mesmo sendo impossível, pois eu os comprei no dia anterior, agora a missão era chegar a Cascadura, eu totalmente perdida, sem saber onde diabos era Cascadura, descubro que é bem próximo a minha casa.

Agora era hora de pegar O ônibus, quando entramos foi meio aquela coisa, não repara na bagunça, juro que tentei, mas caramba estava difícil, o ônibus era uma piada ambulante, ei cuidado com a cabeça!, grande e desajeitado, voltando, o ônibus era um chocalho, sujo, velho e estranho, nem os rabiscos nas paredes eram normais, estavam em um dialeto estranho, até que foram traduzidos, na verdade eram pinturas rupestres que foram sabiamente desvendadas pelo nativo.

A viagem apesar de ter tudo para ser um inferno, estava sendo divertida, papos variados, sexo, falar mal de alguém, sexo de novo e falar de alguém, foi assim até que o passado começou a retornar, agradecemos ao Carmela Dutra, depois dele a visita passou a ser um tour.

Estávamos chegando!!!!

La amour, realmente não passa de um motel barato em Bangu, começa ele me recomendando motéis e passamos pelo posto Vagão e se eu tiver que marcar de encontrar alguém em Bangu, pode deixar que marcarei la, já que é um local bem conhecido, não sei quando irei me encontrar com alguém em Bangu,mas quando eu for eu já sei onde marcar.

Chegamos, perdi apenas alguns fios de cabelo, achei que seria bem pior, vamos votar, quando lembro que estamos na Avenida Brasil e tem aquelas passarelas odientas, subimos e ele para e continua com a sua descrição minuciosa do local, aponta pra direita aquele é o lixão e aponta p traz do lixão aquele é presídio e decidimos continuar a jornada.

Uma mostrada de bumbum durante a travessia e finalmente chegamos ao outro lado, estamos prontos para votar, fomos para a escola e lembramos que não temos o nome do candidato,logo não podemos olhar o numero dele, depois de muito achismos recorremos a quem tudo vê e que tudo sabe, Google, ele nos informa e vamos votar, ele entra e eu entro junto!!!!!

Ele ameaça não votar no nosso candidato favorito, ai tenho que exercer meu pequeno autoritarismo e ameaça-lo!

E nesse momento fiz dele uma criatura única, um homem que cumpre com a sua palavra!

Agora estávamos caminhando e ele continua a me explicar as manhas do lugar, explica que a calçada não foi feita para se andar nela e que temos que dividir a rua com os carros, calçada vira puxadinho da casa e ele não para por ai e começa a contar a historia de quando a Vila Aliança deixou a Vila Kennedy no escuro bombardeando a Light, eu achei uma tática muito inteligente e logo depois explodiram o batalhão, digamos que foi o dia de fúria da Vila Aliança que em breve por culpa da globalização maldita vai se fundir a Vila Kennedy e será a Aliança Kennedy, falando tanto chegamos logo a praça Miami.

A estatua, uma original de três, uma na França, uma em Nova York e outra aqui, ai ele começa a explicar tudo sobre ela, mas ai dessa vez eu ri e foi a minha vez de explicar que meu pai me contava tudo sobre ela a cada dois anos.

Andando em direção a passagem subterrânea da Avenida Brasil, a primeira que foi construída, tudo para chegar ao clã dos Thimoteos, mas a essa altura meu cabelo já estava uma zona, eu tinha um ar de louca e o calor já me torrava e eu percebi que ele também sofria com o calor, até mais que eu, na verdade.

Compramos o refrigerante e chegamos!

Ao abrir a porta nos deparamos com os priminhos, dou oi tímidos, até que adentramos a cozinha quando sou recebida pelo mini tufão, super simpático chamado Dona Vera, ela fala comigo como se me conhecesse desde sempre, sou apresentada ao resto da família, tem outro gigante na pia, que descubro logo que é o irmão garanhão, Daniel, depois do encontro inicial, percebo que o meu gigante esta bancando o bebe esfomeado, reclamando da comida, comemos e percebo que incrívelmente todos querem doces, ai percebo o que faz deles Thimoteos, são os doces e como em uma mágica fabrica de doces, ganho uma caixa de suspiro!!!

Depois de comer vários, peço para que ele tire a caixa de mim, estou passando mal já.

Uma tarde muito agradável, cercada dos hamesters das Marias Laura e Alice, dei dicas para salvar o pobre macho, da fêmea megera, tia Vera tenta me convencer a ir comprar roupas, mas ele n quis ir, então também não vou, pego dicas de filmes iranianos com a tia Anie, a tarde continua entre “você vai comer a flor¿”, um incendiário no quarto e escravocratas na sala, até que o seu Djalma chega, não fomos apresentados, mas ele me contou uma historia, acho que fui elogiada, não tenho muita certeza mas...

A chuva da um tempo, vamos embora, andamos um pouco e pegamos o primeiro ônibus que ele pegou sozinho, o 811 e como tudo em Vila Kennedy é cercado de história, o 811 não poderia ser diferente, esse era o ônibus que ele pegava, aos 9 anos, para ir ao curso de inglês e durante o caminho varias coisas me são apontadas, a rua que vai dar em Vila Aliança, a casa de uma antiga namoradinha, quando do nada ele me manda descer!

Para mim havíamos chegado no shopping,”poxa é tão pequeno”, ele me olha e diz “essa é a estação de trem”, risinho sem graça continuamos andando, tem a historia do PORRA ATRAS NÃO e descemos a escada rolante e eu sou apresentada ao calçadão de Bangu, eu sempre falava que n existia mas não é que existe, ai fomos caminhando para o shopping.

Eu já não agüentava mais andar, quando chegamos no estacionamento, fiquei alegre achando que já estava chegando, mas percebi que como tudo bem Bangu, a porta do shopping era longe da entrada do estacionamento, andamos eternidades e chegamos lá, entramos, o shopping é tão lindinho, parece o Nova America, comemos e fomos ao cinema.

O cinema, é lindo, muito lindo, é facilmente a coisa mais linda de Bangu, harmonioso, aconchegante, limpo, cheirosinho, belo, estou encantada com ele, estou apaixonada.*.*

O filme, legal até a criatividade do cara acabar.

Voltando para a civilização, foi um processo um tanto quanto complicado, ônibus com números e letras, o medo de dar 18h, não sei bem o que aconteceria, mas a cara dele de pavor, assustava, exercito passando na rua, segundo ele para controle, risos, finalmente entramos em um ônibus, ele fez a gente saltar do nada e pegar outro o 917.

No ponto do 917 tem um parque de diversão, que ele prometeu me levar um dia, mas o 917 é responsável por varias crianças com a síndrome do cérebro sacudido, mas nós tentamos encarar como uma massagem, apaguei.

Acordo no Norte Shopping, vamos para o Outback, eu estou em um mau-humor do cão, conversamos um pouco, encontramos Thami, que estava muito bonita e o Paulo, rimos bastante, como sempre fazemos com eles, foi um jantar muito revelador, descobri que eu não sou uma pessoa transável, mais o ápice da noite, foi descobrir que o Nicodemos, na verdade se chama Paulo.

Fim do dia, finalmente em casa, vou alimentar o vicio, entro um pouco no MSN, alguns perguntam como foi meu dia, conto que fui a Bangu e tenho o ouvir”haja amor pra ir até Bangu” e outras piadinhas.

Mas realmente, eu o amo e muito, iria até Barata por ele, de certo que o mundo não esta preparado para o nosso relacionamento, nossa cumplicidade, nosso carinho e o tempo que devotamos um ao outro, o amo mesmo que ele não entenda as vezes o que eu faço, diga que não tenho limites e o pior de tudo reserve somente o espaço 400 para mim, eu ainda adoro o meu biscoito da sorte gigante e só lhe perdôo porque temos 4 dimensões e o tempo faz tudo ser relativo, só e somente por isso perdôo não ter sido o 100.

Enfim, esse post me custou 5 paginas recicláveis, 4 horas, 2 aulas, estresses múltiplos com o Word e com o pendrive babaca, ta na hora de acabar.

“O nosso amor a gente é quem sabe pequeno”

Beijos e sorte nesses 100 próximos posts!

Ingredientes para um biscoito da sorte bem sucedido:

.1 clara

.extrato de baunilha 1/8 de colher de chá

.sal q.b

.1/4 chávenas de chá de farinha de trigo

.1/4 chávenas de chá de açúcar

.1 clara de ovo

.1/8 de colher de chá de extrato de baunilha

.1 pitada de sal

.1/4 de chávena de farinha

.1/4 de chávena de açúcar

.1 cérebro demoníaco

Phisis
Estava eu no msn, qnd um dos meus contatos esta ouvindo Gaiola das popozudas, curiosa fui ao Vaga-lume ver como eram as lestras e para minha surpresa passei a noite lendo, acho dificil q exista algo mais divertido =D
Phisis
Você ficou assustado, o outro disse que é um caminho em aspiral pro mal, os outros ficaram surpresos, um se achou no direito de reclamar que eu não era assim com ele, afinal quem vocês pensam que eu sou?
Esse é o problema de ter várias faces, as pessoas se acostumam com as melhores, as que elas preferem, eu sei exatamente o que eu sou, não estou em uma fase de transição e só os deuses sabem o que pode sair no final, nada disso, estou no controle, sempre estive, ou quase sempre, não teria motivo para ser diferente agora.
É um pouco diferente, verdade, mas ainda sou eu, estão me acusando de cinismo e logo com quem, com a vida, cinica eu?
Jamais, to apenas sendo mais protetora, comigo, to sempre cuidando e protegendo todo mundo, to em uma fase mais egoísta, cansei de massagear egos e respeitar tudo, estou em uma fase de tratamentos personalisados, há os que devem ser respeitados e os que devem apenas ser compartilhados.
...
Phisis

Com açúcar, com afeto
Fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa
Qual o quê
Com seu terno mais bonito
Você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário
Sai em busca do salário
Pra poder me sustentar
Qual o quê
No caminho da oficina
Há um bar em cada esquina
Pra você comemorar
Sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto
Você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias
De quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo
Sei que alegre 'ma non troppo'
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo
Vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa
Você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão
Qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida
Diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado
Maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer
Qual o quê
Logo vou esquentar seu prato
Dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você

Com Açúcar, Com Afeto

Fernada Takai cantando tá lindo, mas a musica é do Chico...

Puxão de orelha da Patroa^.^

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Phisis
Perfume
Ainda lembro
Não consigo esquecer
Esta em mim
No meu corpo
Na minha alma
Uma especie de maldiçao
Na qual me agarro
Buscando segurança
...
Phisis
Orfeu é o símbolo magistral da delicadeza, da habilidade em encantar as pessoas, de envolver a natureza, de satisfazer os deuses. Graças aos acordes graciosos com que toca a lira, o poeta da harmonia, rompe a indiferença e doma o impulso das feras e acalenta a esperança da liberdade.
Orfeu apaixona-se por Eurídice, a doce amada, com rosto delicado e passo tímido, transmite serenidade á Orfeu. O casal convidou Himeneu deus protetor dos casamentos, para abençoar as núpcias. O imortal sente a angústia, de que aquela alegria duraria muito pouco, Orfeu conheceria em breve a dor do luto. Himeneu não tem coragem de permanecer no local, ou comunicar a realidade, envolto em seu manto amarelo, segue para a morada divina. Orfeu grita para que permaneça na festa, Himeneu não podendo recusar permanece, contendo a dor de ver a proximidade da separação dos eternos apaixonados.
A festa finaliza, o sol se põe, os convidados se retiram, Himeneu parte, desta vez para sua morada. Orfeu repousa aguardando a hora de possuir Eurídice. Ela corre nos campos, está transbordando de felicidade, seu amado descansa em breve compartilharão do mesmo leito. Eurídice sente a noite muito quente, despe-se e mergulha seu corpo virgem no lago límpido. Aristeu, o caçador a vê, sente o desejo violento de a possuí-la, sabe do casamento e da fidelidade que Eurídice dedica ao marido, tenta tê-la pela força. Temendo ser violada foge. Contudo na noite escura esconde-se nas árvores uma serpente, que sinistramente a atingi num bote fatal. A dor no pé atingido e a antevisão da morte faz gritar, enlouquecida. Eurídice, caminha rumo ao mundo dos mortos, estará na residência eterna sobre o império dos deus Hades e Perséfone, sua esposa. Orfeu não consegue viver sem sua amada, Orfeu descerá aos subterrâneos da dor.
Tenta ressuscitar a querida Eurídice, tenta cantar, mas o som não sai da garganta, aquece com os lábios o peito frio, fala doces palavras de amor, nada pode trazê-la de volta. Eurídice penetra o mundo dos mortos, sente a dor da ferida, ela precisa se acostumar a este novo mundo, onde há escuridão e tortura dos mortos. Chora de saudade do amado.
Orfeu deve empreender a viajem de busca de Eurídice, descer a nova pátria dela. Orfeu, canta na floresta, as pedras, os rios, as feras comovem-se com a angústia que provém dele, as cascatas param e as águas congelam, quando Orfeu inicia sua viajem.
O poeta caminhou muitos dias e noites em florestas e encostas íngremes. Sua voz fraca e o luto amargo, comprometiam a comunicação com as pessoas.
Orfeu atinge a entrada dos infernos, a gruta que fica ao pé do monte Tênaro, afasta-se da luz e penetra as sombras . Mergulha acompanhado pela paixão, que sente por Eurídice, a trilha é repleta de frio e silêncio. Orfeu canta na solidão, avista o rio Estige, uma lama imunda, com um desagradável odor. As margens deste rio somente flores sepulcrais e raízes secas, como cabelos de mortos. Orfeu chora de compaixão. Enfrenta o monstruoso cão Cérbero, com varias cabeças, que guarda a porta de entrada deste mundo de sombras.
Ao avistar o barqueiro Caronte , condutor de almas, Orfeu pede que o transporte em busca da amada, ele prontamente nega tal pedido, alegando não conduzir vivos. Orfeu não contesta, entoa melodias de amor com sua flauta. O barqueiro deixa-se levar em recordações de quando passeava pela superfície da terra. Abre os braços e o riso, que a séculos não acontecia, resolve acolhê-lo e levá-lo as profundezas do reino dos mortos. Orfeu esbarra em sombras e vozes geladas, mas ele esta determinado a falar com os imperadores deste mundo Hades e Perséfone. Ao vê-los, toma a lira tremendo e canta o amor. Canta a vitória do amor, tentou aceitar a morte de Eurídice, mas esta tentativa não foi possível, suplica a volta da amada, deixa claro que se isto não acontecer, ele prefere morrer junto da esposa. Aquele mundo é iluminado, pelas lágrimas que retira das almas que ouvem seu cantar. Todos que estão presos a comportamentos repetitivos, expiando penas e sofrimentos, saem destes círculos viciosos, agora tudo é compaixão e amor.
Emocionados, os deuses Hades e Prosérpina, chamam Eurídice para entrega-la ao poeta, ela vem abatida e ferida, mas ao ver o esposo um sorriso ilumina seu rosto.
Eurídice deseja abraçar o marido, mas seus braços devem recuar, os deuses não consentem, tal entrelaçamento. Apenas admitem a partida dela, ao lado do esposo. Perséfone adverte, Orfeu deverá ir na frente da amada, sem olhar para o rosto da mulher que tanto ama, durante o percurso no mundo dos mortos, até a entrada no mundo da superfície. Caso contrário Eurídice retornará as sombras.
Orfeu segue a frente da amada cantando , ciente de que a esta alegrando. Caronte o barqueiro atravessa os apaixonados, um de cada vez. O desejo de olharem é grande, contudo é preciso resistir falta pouco.
No final, o poeta cede ao desejo, olha para amada, quando então assiste sua esposa perder-se na sombra chorosa, voltar para o mundo dos mortos.
Orfeu tenta implorar a Caronte , que a traga de volta, ou mesmo cantar a melodia do amor, mas nada adianta. Orfeu perdeu seu amor, volta a superfície, entristecido e solitário. Fundará mais tarde uma religião, O ORFISMO. As Bacantes tentam seduzi-lo, mas ele resiste conservando a paixão pela amada Eurídice. A fidelidade é experimentada em Orfeu como uma forma de conservar o encanto pela amada.
As Bacantes enfurecidas pela negativa de Orfeu, para a entrega amorosa, rasgam suas roupas e cortam o corpo do poeta, enfim o poeta esta livre, para a morada eterna e o encontro com Eurídice a mulher amada. Desta forma pode cantar o amor que transcendeu a morte.
INTERPRETAÇÃO:
O Mito de Orfeu, descreve a união do principio masculino ao feminino. Casamento é símbolo de INTEGRAÇÃO, a celebração é efetivada, a integração ocorreu no desejo, na promessa, no propósito. Contudo falta a concretização da integração, que se dará na noite de núpcias. Algo esta comprometendo este casamento, Aristeu encerra o simbolismo da impulsividade, da caça, do predador. Muitas vezes na vida desviamo-nos do nosso sentido, do nosso eixo, no afã de buscar outros caminhos que não o nosso, atrapalhando a sintonia com nosso Ser. Aristeu a representação do desvio, persegue Euridece, que atônita, é mordida pôr uma cobra, símbolo do fatores obscuros da psique, irregulares. A cobra atinge o pé de Euridece, nossa heroína na senda da integração. Édipo, Aquiles, e outros heróis foram atingidos nos pés, confirma-se a missão heróica de Euridece na busca do UNO, da INDIVIDUAÇÃO.
A nossa heroína deverá penetrar o inconsciente, a sombra. Himeneu tratá-a como mulher, confirma sua existência adulta, representa a força instintiva, natural, Himeneu desta maneira possibilita o inicio da viajem ao inconsciente. A liberação do principio masculino personalizado em Orfeu é o passo seguinte. Orfeu encarna o princípio masculino altamente burilado, através do canto ,encanta e contagia os imortais. Consciente e ativo distingue o momento certo de utilizar a chave do encantamento, para propiciar a liberação da amada. Atravessa o portal do barqueiro Caronte e atinge o mundo Transcendental. Estabelece o encontro com as divindades maiores, HADES E PERSÉFONE, O CASAL SAGRADO, representação da totalidade. Orfeu é admirado na sua arte pelas divindades, de nada adiantaria a imposição, ou mesmo a submissão com eles. Apenas a delicadeza e a sabedoria do encanto, desta maneira sagra-se vitorioso, poderá seguir com sua doce amada, contudo não deve olhar para seu rosto, enquanto estiver no inconsciente simbólico, ou seja a força da integração deve ser efetivada gradualmente, a luz muito intensa ofusca e faz cegar. A antecipação do momento de conscientização, provoca exacerbação de resistências com a constante, volta ao inconsciente, perdendo-se a oportunidade da integração. No mito adia-se a integração no mirar de Orfeu a linda Eurídice.
Orfeu o princípio masculino ativo estabelece a religião Órfica como forma de reparação, uma vez , que esta era reencarnacionista, admite a possibilidade de uma nova oportunidade para resgatar o amor perdido. A religião como religação ao Sagrado interno que é o Si mesmo. Orfeu deverá morrer casto e fiel, para reencontrar-se com Eurídice. Aqui mais um símbolo a castidade de Orfeu não se prende a um moralismo, mas como forma de preservar o encanto que sente pela doce amada. Esta fidelidade, representação da persistência e tenacidade, que o homem deve cultivar na busca de seus objetivos e metas. A individuação exige esta disciplina para o encontro interno do homem consigo próprio. As bacantes irão criar um ritual de morte, a superação do desejo humano, fugaz no encontro de camadas mais profundas do ser. Agora sim, Orfeu reencontra Eurídice, a integração se faz presente. Foi preciso o aprendizado de estar consigo próprio, a elaboração da perda de Eurídice, a busca da religião como religação consigo mesmo, o rito de transcender o externo, para entrar novamente no portal da INTEGRAÇÃO. Morte como transformação de estágios de consciência. Não é o feminino, que havia penetrado no inconsciente, amadurecido na experiência de Aristeu que deve voltar, mas sim Orfeu que deve crescer, superando a experiência semelhante de Eurídice com Aristeu, agora Orfeu e as bacantes para efetivamente penetrar no inconsciente. No processo da vida não há caminho de retorno de níveis de consciência , ou seja o voltar para atrás. Enfim não é Eurídice que volta, mas sim Orfeu que deverá ir , na condição de transformado, simbolicamente morto.
A psicoterapia expressa-se também neste mito, como , busca de integração do homem, Orfeu, representa nesta perspectiva o terapeuta, para vencer as resistências precisa conhecer a arte do encantamento, a arte lírica do respeito, para com o outro, a empatia. Assim conseguirá seu objetivo de aproximar-se do cliente verdadeiramente, ultrapassando as resistências personificadas no barqueiro Caronte no cão Cérbero, as divindades até atingir o centro interno de seu cliente. Contudo não deve ultrapassar o ritmo do cliente estampando em seu rosto verdades de si mesmo além do suportável, ou provocará um fechamento, para o trabalho de ajuda. O rosto é o que identifica é necessário saber o momento que o cliente esta com condições psicológicas de trabalhar certos aspectos centrais de sua personalidade que o identificam.
Este mito nos fala muito da força do tempo , do momento oportuno para a conscientização, do valor da experiência lírica, como agente de transformação....
Alexandre Rivero
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Phisis
Os símbolos da ausência: um reencontro com a felicidade


Uma pitangueira que foi plantada pela saudade da infância, época em que se deliciava com a fruta roubada do quintal dos vizinhos, a árvore de flores que o fazia viajar milhares de quilômetros mesmo permanecendo no mesmo lugar, o sino que balançado pelo vento remetia sua memória aos jardins japoneses... Esses são alguns elementos do jardim de Rubem Alves, que na verdade, é envolto de símbolos que remetem sua memória a momentos felizes vividos em diferentes épocas da vida. Assim como Rubem Alves, estamos rodeados de símbolos, quais são os seus?

Com certeza, você se lembrará de muitas coisas boas, que faz com que tenha um sentimento agradável, recordações que do nada aparecem na memória e o faz sentir bem. Diante de experiências como essas, somos levados a acreditar que o homem é um ser que se alimenta de símbolos, não apenas de pão, água e bens materiais, mas principalmente da memória simbólica que o mantém mais vivo. Por isso é que a gente está sempre procurando nas nossas memórias simbólicas, fazer um reencontro com a nossa felicidade.

O palestrante do Integramagis, Professor Oswaldo Manuel Corrêa, utilizou de um vídeo de Rubem Alves para falar sobre “Os símbolos da ausência: um reencontro com a felicidade”. O professor afirmou que todo o símbolo que está localizado em nossa memória, em nosso passado é uma felicidade vivida e experimentada em um tempo e em um lugar. “Uma vez que a gente avança em nossa vida para o futuro, ele fica quase adormecido, não diria esquecido, para que na primeira oportunidade que a gente precise, ele se manifeste”. Sendo assim, o símbolo se assemelha muito aos mitos que uma vez ritualizados ou memorizados, passam a fazer parte da nossa existência e do nosso presente. Por isso, a importância e a necessidade de estarmos ritualizando e celebrando sempre aqueles símbolos que nos dão prazer.

O professor falou da importância de compartilharmos os nossos símbolos. “Todos os símbolos que são compartilhados passam a estar presente na memória de todos aqueles que participaram da convivência desta comunhão”. Ele nos exemplificou com uma experiência familiar em que um ente da família, após a perda do marido, guardava cuidadosamente os discos de vinil. Certo dia, essa pessoa resolveu compartilhar esses símbolos e distribuiu os discos para diversos sobrinhos, netos e filhos. A cada visita na casa desses entes eles a convidavam para escutar os discos e dessa forma, ela se lembrava de seu marido.


Repercussão do tema

A palestra do professor Oswaldo fez com que os palestrantes fizessem uma retrospectiva no tempo e se lembrassem dos símbolos e suas devidas conotações. A senhora Lídia Alvarez, irmã da pensionista Lucinda Alvarez, afirmou que “Os símbolos da ausência: um reencontro com a felicidade” foi uma das melhores palestras do Integramagis que assistiu. “Nessa palestra aprendi que a felicidade é acumulativa, eu achava que era apenas momentânea. Talvez seja a explicação por eu ser muito mais feliz que quando era menina”.

Quem também se manifestou foi o Juiz Reinaldo Porta Nova. Segundo ele o que mais o impressionou na palestra foi que o palestrante lidou com elementos que a sociedade de hoje parece ter esquecido, que são os elementos humanísticos como a infância e a família. “O palestrante tentou restabelecer que a felicidade está nas coisas simples, que ela está muito próxima de nós e agente, as vezes, não enxerga em função do bombardeio de propagandas, que faz com que busquemos a felicidade onde nem sabemos se ela existe”, finaliza.
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Phisis
Você é má
(Zeca Baleiro)

vá se danar você dá nada a ninguém
nenhum olhar nunca falou tudo bem
tem mas não dá sorrir jamais lhe convém
você é má mas há de ter um bem

você dá nada a ninguém vá se danar
danada não perde o trem sabe nadar
mas nada sabe de alguém que sabe amar
eu quero ser seu bem você é má

você é maluca você é malina
você é malandra só não é massa
e você magoa e você massacra
e você machuca e você mata

vá se danar você dá nada a ninguém
nunca dará nem mesmo um simples amém
a deus dirá diz que não vai a belém
você é má mas pode ter um bem

você dá nada a ninguém vá se danar
danada finge tã bem sabe negar
jamais dará a quem tem demais pra dar
mas eu serei seu bem você é má

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Phisis
JOGA FLORES NO MAR

Odoiá ! Odoiá ! Odoiá ! Odoiá !

Joga flores no mar !
Joga flores no mar !
Bate com o pé e pede o que quer,
A Mamãe Yemanjá. (bis)

Joga flores no mar !
Joga flores no mar !
Quem tem fé não padece,
Quem sofre merece precisa rezar !

(Joga flores no mar !)

Joga flores no mar !
Joga flores no mar !
Bate com o pé e pede o que quer,
A Mamãe Yemanjá. (bis)

Joga flores no mar !
Joga flores no mar !
Quem tem fé não padece,
Quem sofre merece, precisa rezar !

Odé, odé,
Odé, oda,
Odé, odè,
Viva a Rainha do Mar,
Minha Mãe Yemanjá.

SEREIA DO MAR(descarga)

Sereia minha Sereia,
Minha Sereia do mar.(bis)
Todo o mal desses filhos, ó Sereia,
Leva pro fundo do mar, mar, mar.
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Phisis


http://br.youtube.com/watch?v=V9e9fjuj734
Phisis
Uma pobre diaba, refém de seus pecados
Phisis
Phisis

Quem é obrigado a erguer os pés
quando ela está fazendo a faxina?
O prestativo homem!

Quem se veste como pingüim no dia
do casamento? O humilde homem!

Quem é que, apesar do cansaço e
do stress, jamais poderá fingir
um orgasmo? O sincero homem.

Quem é obrigado a sustentar a
amante esbanjadora?
O abnegado homem!

Quem leva bronca, só porque ficou
trabalhando até tarde em companhia
daquela secretária boazuda?
O fiel homem!

Quem, na hora do sexo, fica olhando
pro colchão ao invés de desfrutar
a maravilhosa decoração do teto?
O sacrificado homem!

E na hora do orgasmo, quem tem
que agüentar os gritos e os
gemidos nos ouvidos? O paciente homem!

Quem se expõe ao stress por chegar
em casa e não encontrar a comida
quentinha, as crianças de banho tomado,
a roupa lavada, a cozinha limpa
e o jornal já posto sobre a mesa?
O dócil homem!

Quem corre o risco de ser assaltado
e morto na saída da boate, cada
vez que participa dessas reuniões
noturnas com os amigos, enquanto
a mulher está bem segura em casa,
na sua caminha? O desprotegido homem
Quem é encarregado de matar as baratas
e os ratos da casa? O valente homem!

Quem segura a "cauda do rojão" quando
chega em casa com marca de batom na
camisa e é obrigado a dar explicações
que nunca são aceitas?
O incompreendido homem!

Quem é que toma banho e se veste
em menos de vinte minutos? O ágil homem!

Quem é que gasta consideráveis
somas em dinheiro, comprando presentes
no dia das mães, da esposa, da secretária
e e em outras ocasiões mais,
inventadas pelo homem para satrisfazer
a mulher? O dadivoso homem!

Quem é obrigado a ver a mulher com
os rolinhos nos cabelos e a cara
cheia de cremes? O compreensivo homem!

Quem tem que passar por TPM calado,
todo mês? O calmo homem!

Quem está lendo isso às escondidas,
para poder dar boas risadas,
já que se for surpreendido,
corre o risco de levar beliscão
e ser até mesmo espancado?
O indefeso homem!

Por tudo isso e muito mais
há de se criar o Dia
Internacional do Homem
ou o Dia Internacional do
Martírio, com honras.

15/07 - Dia Internacional do Homem

Autor Desconhecido

Phisis
Phisis

Tonight, Tonight

Smashing Pumpkins

Composição: Indisponível

Time is never time at all
You can never ever leave without leaving a piece of youth
And our lives are forever changed
We will never be the same
The more you change the less you feel

Believe, believe in me, believe
Believe that life can change
That youre not stuck in vain
Were not the same, were different tonight
Tonight, so bright
Tonight

And you know youre never sure
But youre sure you could be right
If you held yourself up to the light
And the embers never fade in your city by the lake
The place where you were born

Believe, believe in me, believe
Believe in the resolute urgency of now
And if you believe theres not a chance tonight
Tonight, so bright
Tonight

Well crucify the insincere tonight
Well make things right, well feel it all tonight
Well find a way to offer up the night tonight
The indescribable moments of your life tonight
The impossible is possible tonight
Believe in me as I believe in you, tonight

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Phisis
Bubbly

Composição: Colbie Caillat / Jason Reeves

Will you count me in?

I've been awake for a while now
you've got me feelin like a child now
cause every time I see your bubbly face
I get the tinglies in a silly place

It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes I always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go

The rain is fallin on my window pane
but we are hidin in a safer place
under the covers stayin dry and warm
you give me feelins that I adore

It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes
I always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go

What am I gonna say
when you make me feel this way
I just........mmmmmmmmmmm

It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes
I always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go

I've been asleep for a while now
You tucked me in just like a child now
Cause every time you hold me in your arms
I'm comfortable enough to feel your warmth
C: It starts in my soul
And I lose all control
When you kiss my nose
The feelin shows
Cause you make me smile
Baby just take your time
Holdin me tight

Where ever, where ever, where ever you go
Where ever, where ever, where ever you go
Where ever you go, always know

Cause you make me smile
And just for a while



Eu estou acordada há algum tempo agora
Você fez com que eu me sentisse como uma criança
agora
Porque toda vez que eu vejo seu rosto animado
Eu sinto um arrepio num lugar bobo

Refrão:
Começa na ponta dos meus pés
Me faz enrugar o nariz
Para onde for, eu sempre sei
Que você me faz sorrir
Por favor, fique por um instante agora
Não tenha pressa
Em qualquer lugar que você vá

A chuva está caindo no vidro da minha janela
Mas nós estamos nos escondendo em um lugar seguro
Debaixo das cobertas, ficando secos e quentes
Você me dá sentimentos que eu adoro

Refrão

O que eu vou dizer
Quando você faz com que eu me sinta desse jeito?
Eu apenas.........
Refrão

Já faz um tempo que eu adormeci
Você me cobriu como uma criança agora
Porque toda vez que você me segura em seus braços
Eu fico confortável o bastante para sentir o seu
calor

Começa na minha alma
E eu perco todo o controle
Quando você beija o meu nariz
O sentimento aparece
Porque você me faz sorrir
Baby, não se apresse
Enquanto você me abraça forte

Em qualquer lugar, em qualquer lugar, em qualquer
lugar que você vá...
Em qualquer lugar, em qualquer lugar, em qualquer
lugar que você vá...
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Phisis

Um coração de mel, de melão
De sim e de não
É feito um bichinho
No sol de manhã
Novelo de lã
No ventre da mãe
Bate o coração de Clara, Ana
E quem mais chegar
Água, terra, fogo e ar

Clareana
Joyce
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Phisis

Eu nunca fico com os meus amores.Frase pesada, melancólica, mas na verdade não passa de uma frase que a muito deixou de me abalar, os mais queridos sempre passaram por mim, mas nunca fui importante o suficiente para faze –los ficar, se tornam amigos, lembranças, até mesmo rancor, mas nunca se prendem...

Acostumada com isso, não espero nada diferente, eles virão e iram passar, seguindo seus caminhos, por vezes eu os ajudo outras só os confundo, mas sempre os vejo partir, as vezes com certa vontade de prende-los, mas seria inevitável a partida, então não faria sentido retarda -la...

Uma vez me chamaram de porto seguro e é realmente o que eu pareço, um porto, ninguém fica em um porto, só se para momentaneamente, para abastecer ou descarregar e depois partem, muitas vezes para não voltar...

A mim, cabe o que é deixado para trás ou lembrar do que me foi tirado, mas nunca prender ou ver alguém abandonar tudo pra ficar, não se tem como competir com o mar, então só me resta ver passar...

Phisis

É engraçado como em pouco tempo comecei a gostar da pequena, descobrimos aos poucos como somos parecidas, mesmo tão iguais ainda tão diferentes, eu direta, ela sinuosa, comigo tudo de uma vez, com ela as coisas vão ficando escondidas em suas curvas, perigosas, muito mais ela que eu, receptiva, talvez mais eu que ela, as duas intensas, a vaidade e duvida ficam por parte dela, a manha é compartilhada, o dengo é mutuo, por vezes somos arredias, por vezes tristes com uma dor que é só nossa e ao mesmo tempo compartilhada com o mundo, ambas peixes, uma doce e a outra salgada e mesmo assim compartilhamos um mundo de dança, musica, cantigas e poesias...

Amantes das artes e formas de expressão, nos expressamos de modo parecido, jogamos com o resto do mundo, não temos orgulho, somos rendidas ao que sentimos, mas na maioria das vezes não perdemos o controle,uma vez para as duas acho eu, nosso jogo faz com que o outro pise onde nós demarcamos mesmo que ele não saiba e quando eles não fazem o que achamos que fariam vem aquela vontade de largar tudo, não largamos enquanto achamos que tem valor, mas quando acaba, é o fim, não tem meia palavra, o brilho sumiu e não tem porque continuar...

Somos falsas donas da situação, com a nossa arrogância, sempre nossas senhoras, pouco nos doamos, mas temos tanto amor, que nos sentimos mal por não poder compartilha – lo, mas com o tempo tenho conseguido me mostrar para a pequena,barulhenta que compartilha comigo madrugas.

Phisis

Na solidão escura
Do velho Pelourinho
Matilde, a louca mansa
Vivia mercando assim:
Olha a flor da noite ...
Olha a flor da noite ...

Seria a flor da noite
A luz da estrela solitária
A tremular tão pura
Sobre o velho Pelourinho?

Ou o som da voz ausente
Da menina triste
Que mercava o seu triste descaminho:
Olha a flor da noite ...
Olha a flor da noite ...

Ou seria a flor da noite
A face oculta atrás da aurora
Por quem o homem luta
Desde nunca até agora
A louca aprisionada
Pelos monstros do poente
E que avisa e grita alucinadamente:
Olha a flor da noite ...
Olha a flor da noite ...

Flor da noite

Recomendação da menina mais chata que eu conheço, Thamiris....
Obrigada...essa eu não conhecia
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Phisis

Alguém movido pelo som, que ao ouvir fosse capaz de traduzir no corpo o tom, alguém q soubesse bailar com os toques, que fosse sensível as pequenas variações , alguém que soubesse sentir e procurasse o limite das sensações, que saiba valorizar os cheiros,que perceba cada aroma,quem entendesse de gostos, que me alimentasse de sabores desconhecidos, alguém que cuidasse de todos os sentidos, alguém que ...

Uma vez, pelo menos uma vez, alguém que deixasse, que permitisse que eu fosse eu, alguém que soubesse me ter, que eu n tivesse que me limitar, que ele soubesse como me acolher ...

Phisis

Juliana isso me lembrou muito vc!
Phisis